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11 jan 2013

Kabbalah – A Verdade Revelada

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Kabbalah – A Verdade Revelada

Chegará o dia em que todos os seres humanos saberão o que é Kabbalah, é o que dizem antigas profecias cabalistas.

Atualmente esta sabedoria oculta é acessível a qualquer pessoa com disposição para estudá-la. Mas nem sempre foi assim, já que, por muitos séculos, somente judeus homens com mais de 40 anos tinham acesso aos textos sagrados desta tradição.

Nossa geração cumpre essa profecia, afinal, a filosofia cabalística é cada vez mais divulgada no mundo todo, seja por virar moda entre grandes celebridades ou por despertar o interesse de curiosos à procura de algo que esclareça dúvidas existenciais. Mas, para os estudiosos da sabedoria cabalística, o verdadeiro motivo do crescente interesse de pessoas das mais diferentes religiões e culturas pela Kabbalah é muito claro: a humanidade ter chegado a um nível de egoísmo tão elevado que o anelo pela luz e pelo reencontro com Deus se transformou em uma necessidade cada dia mais forte e intensa.

Mas, mesmo em evidência, a Kabbalah não perdeu sua aura misteriosa. Poucos sabem que sua sabedoria não pode ser definida simplesmente como uma corrente mística do judaísmo. Isso porque a Kabbalah, em essência, é o contato entre Criador e criatura. Mais especificamente, é um sistema de adequação do ser humano para que ele possa receber aquilo que o Criador tem para doar, ou seja, o bem absoluto. Há quem afirme que esse sistema é nada menos que a fonte infinita de sabedoria cósmica, a chave para desvendar os mais profundos mistérios do universo e da existência.

Se a essência da Kabbalah não está associada ao judaísmo, o mesmo não se pode dizer das mensagens ocultas que ensinam os métodos para adquirir esse conhecimento. Quando Deus ditou a Torá (o grande livro do judaísmo, correspondente aos cinco primeiros livros da Bíblia) a Moisés no Monte Sinai, estabeleceu quatro níveis de entendimento para o texto sagrado: Peshat, o significado literal, o modo simples da mensagem; Remez, que inclui alusões e insinuações alegóricas; Drash, a interpretação metafórica mais aprofundada; e Sod, o nível mais profundo, oculto e simbólico, em que se inclui a Kabbalah.

A obra de maior importância para os cabalistas é o Zohar, o Livro do Esplendor, escrito há quase dois mil anos. Trata-se de uma interpretação do manuscrito cabalístico mais antigo, o Sêfer Ietsirá ou Livro da Formação, cuja autoria é atribuída ao patriarca Abraão. Segundo o Zohar, o universo é regido por leis espirituais precisas de ação e reação, causa e efeito.

Todos esses textos – apesar de já poderem ser lidos por qualquer pessoa que tenha interesse sobre temas como a criação do universo, a vida após a morte e a evolução espiritual, em geral, não são de fácil compreensão. O motivo é simples: tratam de realidades espirituais totalmente desconhecidas pelo ser humano comum, que não podem ser vistas, ouvidas nem captadas por nenhum dos cinco sentidos. São escritos, portanto, na chamada “linguagem dos ramos”, que utiliza conceitos que a nossa mente pode entender para se referir às raízes de tudo o que existe, que estão nos planos espirituais. Para apreendê-los, é preciso um esforço que transcenda o mundo físico, o desenvolvimento de um sexto sentido que só pode ser criado a partir de uma forte intenção em direção à Divindade.
Há quem afirme que a Kabbalah é nada menos que a fonte infinita de sabedoria cósmica, a chave para desvendar os mais profundos mistérios do universo e da existência – A Gnosis Universal.

O Grande Cabalista Samael Aun Weor, em vários de seus livros e conferências, desvendou os mais fabulosos mistérios da Kabbalah prática para a Era de Aquário, trazendo a Luz da Verdade a todos que tenham  o anseio em iniciar a grande jornada para a felicidade integral do Ser.

Sérgio Geraldo Linke é engenheiro e instrutor da Associação Gnóstica de Brasília